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Início das aulas não presenciais mobiliza professores e estudantes; saiba como foi

Início das aulas não presenciais mobiliza professores e estudantes; saiba como foi

Data de Publicação: 4 de agosto de 2020 16:09:00
Contando com técnicos da sede Seduc, Cefapros e Assessorias Pedagógicas, cerca de 300 profissionais trabalharam para que as aulas ocorressem da forma planejada

Adilson Rosa | Seduc MT

A movimentação na EE Marechal Rondon, em Poconé foi grande - Foto por: Divulgação

Aguardado com muita expectativa, o início das aulas não presenciais na rede estadual, que ocorreu nesta segunda-feira (03.08), mobilizou gestores, professores e alunos em todo o Estado.

Como se trata de uma situação nova, sem parâmetros, os professores se organizaram antes para poder atender aos alunos de forma remota. Contando com técnicos da sede da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), os Centro de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros) e Assessorias Pedagógicas, cerca de 300 profissionais trabalharam para que as aulas ocorressem da forma planejada.

Na Escola Estadual Marechal Rondon, localizada em Poconé (a 104 quilômetros ao sul da Capital), a diretora Rosânea Maura Martins e Silva, trabalhou no fim de semana para deixar tudo organizado.

A gestora lembra que o trabalho anterior foi a mobilização dos pais e também a produção de vídeos de boas-vindas e o início das aulas online ou off-line através da plataforma Aprendizagem Conectada.

“No começo tive muitas preocupações e medo, depois quando comecei a produzir e diversos pais entraram em contato com a escola via celular, as informações foram fluindo e o resultado foi o melhor possível.

Rosânea explica que a equipe gestora postou informações no Facebook da escola e de todos os profissionais desta unidade escolar, além dos grupos de WhatsApp. Quando pais, alunos e comunidade escolar não conseguia contato com determinado professor, acionava outro e obtinha a informação.

Adaptação

No entendimento do professor Gabriel Prado de Oliveira, a primeira semana de aulas remotas será de adaptação tanto dos professores como dos alunos. Gabriel explica que os professores criaram grupos de whatsapp para melhor comunicação com os alunos.

“Nesse primeiro momento percebemos uma certa procura por informação da parte dos pais, porém estou vendo que todos os profissionais estão envolvidos em algum tipo de mídia para não deixar ninguém de fora. Acredito que assim que todos os alunos, ou pelo menos a grande maioria, tiverem acesso as apostilas a procura por informação, dúvidas e questionamentos irá aumentar! Mas por hora acredito que estamos indo bem”, salienta.

Áudios e fotos

Em Várzea Grande, alunos do 3º ano do ensino fundamental da EE Antônio Geraldo Gattiboni, estrearam as aulas online por meio de um grupo de WhatsApp criado pela professora. Pelo aplicativo, os alunos gravavam a leitura e enviava para o grupo e todos ficavam atentos. Assim que um aluno terminava os exercícios, tirava uma foto e mandava para a professora.

“Foi uma forma criativa, que a professora usou utilizando o aplicativo, além de ser motivador porque os alunos aprendiam com a novidade com a aula pelo celular”, destaca o assessor Pedagógico Denilson Soares da Silva.

Para a aluna Isabelle Soares de Morais Silva do 6º ano do ensino fundamental da EE Pedro Gardes, em Várzea Grande, o início não foi diferente de sua rotina de estudo. Diariamente, ela e a irmã Valentine do 8º ano, estudam de manhã, em casa, pela Aprendizagem Conectada. “As aulas estão sendo muito legais e estou gostando dos conteúdos”, define a estudante.

Os alunos da EE Antônio Geraldo Gattiboni já estudam online
Créditos: Divulgação

A aluna Isabelle Soares no primeiro dia de aula não presencial.
Créditos: Divulgação

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