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Polícia Civil prende suspeita de aplicar golpe da venda de carta de crédito contemplada em Barra do Garças

Polícia Civil prende suspeita de aplicar golpe da venda de carta de crédito contemplada em Barra do Garças

Data de Publicação: 7 de outubro de 2019 A suspeita comercializava cartas de crédito já contempladas pedindo valor de entrada para a liberação do dinheiro

Assessoria / Polícia Civil

Reprodução/Ilustração

A Polícia Judiciária Civil de Barra do Garças (PJC-BG) por intermédio da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (DERF) cumpriu na tarde de hoje (7) um mandado de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Criminal em desfavor de A.R.S, 36 anos. Segundo as vítimas, a suspeita comercializava cartas de crédito supostamente já “contempladas” e pedia um valor de entrada que seria de “ágio” para liberação do dinheiro. ]

A suspeita detida pela Polícia Civil será encaminhada para audiência de custódia e os inquéritos policiais que apuram os golpes deverão ser concluídos em 10 (dez) dias.

As vítimas, não só de Barra do Garças, mas também de cidades próximas, acreditando que receberiam os valores do consórcio em um prazo de 10 dias, acabavam pagando quantias em dinheiro que variavam entre R$ 3 mil a R$ 15 mil, dependendo do valor da carta de crédito.

Porém as vítimas só descobriam depois que as cartas de crédito não estavam contempladas e que somente haviam entrado em grupos de consórcios e que a única forma de receber a carta de crédito seria mediante lance ou sorteio.

Até o momento 10 vítimas já procuraram a DERF com histórias parecidas, narrando os mesmos fatos investigados, totalizando um prejuízo de aproximadamente R$ 80 mil. O Delegado Wilyney Santana Borges, responsável pelas investigações, alerta a população que a cada ano surgem novos golpes contra o consumidor ou reaparecem outros mais conhecidos.

É o caso do golpe da venda de cotas contempladas de consórcio, por meio de empresas que se dizem "intermediadoras" do negócio. O delegado salienta que “existem normas que regulamentam a transferência de titularidade das cotas de consórcio e o consumidor que deixa de seguir essas normas, torna presa fácil para as quadrilhas que se aproveitam da boa-fé das pessoas, roubando seus planos, sonhos e economias, muitas vezes guardadas com tanta dificuldade. ”.

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