Justiça mantém prisão de mulher que agrediu a mãe em Barra do Garças e determina atendimento psiquiátrico
Data de Publicação: 11 de julho de 2026 16:28:00 A decisão foi unânime e acompanhou o voto do relator, desembargador Rui Ramos Ribeiro
Muvuca Popular
![]() |
| Reprodução |
A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve a prisão preventiva de uma mulher acusada de ameaçar de morte a própria mãe, uma idosa de 67 anos, em Barra do Garças. Além de negar o pedido de habeas corpus, os desembargadores determinaram que ela seja submetida à avaliação médica e psiquiátrica e receba tratamento para dependência química, epilepsia e possíveis transtornos mentais.
Notíciassaúde
A decisão foi unânime e acompanhou o voto do relator, desembargador Rui Ramos Ribeiro. Segundo o magistrado, a prisão é necessária para garantir a ordem pública e proteger a vítima, diante do histórico de violência doméstica e do risco concreto de novas agressões.
De acordo com o processo, a mulher foi presa em flagrante após ameaçar a mãe utilizando um pedaço de madeira com um prego na extremidade. A idosa acionou a Polícia Militar e relatou que a filha costuma passar dias fora de casa consumindo álcool e drogas e, ao retornar, apresenta comportamento agressivo, com ameaças frequentes e episódios de violência.
A defesa alegou que a prisão seria desproporcional, sustentando que a acusada é dependente química, sofre de epilepsia e apresenta transtornos mentais. Também pediu que ela fosse encaminhada ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) para tratamento.
O Tribunal, no entanto, entendeu que esse pedido não poderia ser analisado porque não havia sido submetido previamente ao juiz de primeiro grau, o que configuraria supressão de instância. No mérito, concluiu que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes para interromper o ciclo de violência e assegurar a proteção da vítima.
O acórdão destaca ainda que havia registros anteriores de agressões contra a mãe, além de outras ocorrências policiais envolvendo a acusada, fatores que reforçaram a necessidade da prisão preventiva.
Apesar de manter a custódia, o TJMT determinou que o Juízo da 2ª Vara Criminal de Barra do Garças providencie, no prazo de 48 horas, avaliação médica e psiquiátrica da presa e garanta o tratamento adequado para as doenças alegadas, preservando seu direito à saúde durante o período de prisão.
Ex-diretor terá que pagar quase R$ 550 mil por uso político da PRF
Silvinei tinha sido absolvido em primeira instância Saiba Mais +
Secretaria de Justiça realiza 405 operações e retira 2.387 celulares de unidades do Sistema Penitenciário estadual
A administração penitenciária registrou ainda a redução de 62,85% no número de fugas, no comparativo com 2024 Saiba Mais +
STF afasta prefeitos suspeitos de desviar emendas parlamentares
São cumpridos 16 mandados de busca e apreensão Saiba Mais +
Entenda os próximos passos da ação penal da trama golpista
Fim dos depoimentos marca início da fase final do processo criminal Saiba Mais +Seja o primeiro a comentar!
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Envie seu comentário preenchendo os campos abaixo
|
Nome
|
E-mail
|
|
Localização
|
|
|
Comentário
|
|


